sexta-feira, 30 de abril de 2004

Algumas coisas do arco da velha

Um dos desenhos mais toscos que eu costumava assistir pelas manhãs...



...e um dos curtas mais criativos que já vi. Passava na Tv escola, quando ainda tinha Tecsat. Sim, Sersup cavou fundo essa. Estou falando dos Multoches, ora bolas! Segue breve descrição da produção, tirada desse link:




Os Multoches (52 episódios de 4 minutos)

Tipo: animação


Sinopse: Os Multoches são algarismos de 0 a 9 que se divertem com as operações matemáticas e brincam com expressões e situações que envolvem números. A série aborda assuntos do universo infantil e permite à criança ver os algarismos como algo divertido, sem deixar de ensinar conceitos matemáticos fundamentais. França, 1995.

sexta-feira, 16 de abril de 2004

Não olhe pra trás...

Ando pelas ruas. Voltando pra casa, ou acabando de sair de casa, a ordem de chegada não altera a partida. É só as idéias se encontrarem sozinhas por poucos momentos que o sadismo psíquico começa: tenho a paranóica sensação de a L. (do Ice) estar por todos os lados. Olho mais atentamente à minha frente, ela está lá. Me viro rapidamente pra trás, ela está la. Confiro à esquerda, ela está lá. À direita, não faz mais diferença. Tudo isso pra, frações de segundo depois, sua vista se livrar na névoa turva de sua imaginação e te mostrar que é só uma estranha qualquer quem passou por teu caminho. É terrível: muitas vezes, quando caminho pelas ruas, é assim: não posso encontrar nenhuma menina com roupas brancas ou pele morena, que me bate um alerta inconseqüente. Os olhos petrificam, o corpo fica indeciso (embora já esteja me habituando a isso). A qualquer hora, a qualquer lugar. Sabe o que é ter a sensação de ser perseguido -- que no meu caso tá mais pra uma sensação de se perseguir -- do nada, por mais de ano como é o meu caso? No início a gente nem se importa; acreditamos que será algo esporádico, que talvez nem ocorra mais. Mas aos poucos a freqüência, seja qual ela for, te perturbará. É vagamente como aqueles pesadelos em que alguém te persegue. A diferença é que acordamos quando esta está pra te alcançar. Espero poder acordar disso um dia...

terça-feira, 13 de abril de 2004

Produções tendenciosas

Pode ser uma viagem geral do Sersup, mas toda grande conglomerado de entretenimento possui um padrão não-declarado de criar. Como se cada uma fosse um tipo de McDonald's, onde até o papel higiênico é padronizado. Vejam as padronizações que suponho ter detectado e vejam o que acham:

_ Fox: quase todas as produções são feitas no mais abundante estilo "nada é o que parece": assista filmes enlatados como Garotas selvagens, Segundas intenções, Fixação, I spy (entre uma porrada de outros que não lembro agora), ou séries como Malcolm in the middle, 24 horas, Os Simpsons (e mais outras que esqueci): todos os scripts dessas produções começam de um jeito, num lugar, e terminarão da maneira mais propositadamente absurda possível. Isso é bom? Nem sempre. Quanto ao canal deles, só mesmo paciência do monge pra agüentar as reprises e os infindáveis comerciais. Às vezes torna-se difícil achar algum programa em meio a tanto entulho em forma de vinhetas e filmes velhos.

_ Warner: sabe aquele clima pedante de "eu-sou-popular-e-comigo-ninguém-pode" dos draminhas teens? Aplique um pouco disso em todas as produções dessa empresa. Adicione também tonelada de chavões, piadinhas batidíssimas contrastando com efeitos especiais e atores totalmente inexpressivos. Isso sem mencionar o atual Complexo de Friends da emissora a cabo deles, que volta e meia tenta empurrar o sovado gênero "solteirões-desocupados-vivendo-juntos-num-mesmo-apartamento". Tenho que admitir que, atualmente, a emissora é detentora dos melhores dramas cheios de chavões da atualidade, mas quem gosta de assistir drama? Só minha irmã, mesmo. Ah, mais uma coisa: se quer ver a trajetória de seu super-herói favorito ser mediocremente retratada e tesourada num filme vazio e cheio de efeitos especiais, sabe o que fazer: sintonize no canal supracitado.

_ Mgm: lentamente caindo no ostracismo. Usa medalhões antigos do quilate de James Bond como bengala pra não se estabacar perante a indústria cinematográfica atual, mas atualmente o leão tá mais pra miar do que pra rugir. Como se implicita, vivem somente do passado em seu canal a cabo.

_ Columbia: o maior defeito (ou qualidade, não sei dizer) do canal deles (Sony) é não passar filmes, só enlatados com áudio e título originais. Embora essa tarefa seja feita por sua sucursal de ação, o AXN, o mesmo fica muito a dever com os comerciais gigantescos durante os filmes. Enquanto um filme nas Grobo da vida é dividido em cinco, seis partes no máximo, as películas do AXN podem ser fatiadas em até dez! Pra sair do sério mesmo. Outra coisa que irrita pra caramba no canal (o Sony) são aqueles democlipes que ninguém assite e que só servem pra aumentar os intervalos. Isso sem mencionar as transmissões dos Emmys, dos deslifes de moda e outras premiações fúteis que ninguém assiste. Preciso mencionar o desnecessário Saturday night live? Não, né? Então fico por aqui.

_ Grobo: detentora de uma atitude turca de fazer tevê (vendem programas banana a preço de ouro pros gringos), estende essa tática em seus filmes também, às custas de levar até os gringos facetas desnecessárias de nosso País (filmes de prisão ilustram apenas a ponta do iceberg disso). Isso sem mencionar o quanto as panelinhas de diretores Grobais se prostituem pela marmelada do Oscar, realmente acreditando que o que produzem têm algum valor. Uma coisa em especial que me faz ficar bem longe de filmes nacionais são a forma como o áudio é produzido pela Grobo: não suporto ter de melar meus ouvidos com aquela infindável reverberização causada pelas ofegantes falas dos atores grobais. É como se as novela fossem compostas somente por atores asmáticos. Percebam: é um tal de falar e respirar ao mesmo tempo, numa barulhenta e desengonçada sinfonia. Irritante! Isso porque ainda nem falei dos filmes da Xuxa e do Renato Aragão produzidos por atacado. E nem vou falar, por que já encheu o saco meter o bambu da Grobo; o parágrafo ficou desproporcional ao resto.


Falar de defeitos sempre dá pano pra manga...

domingo, 11 de abril de 2004

Perversões da ciência

Sempre gostei de ficção científica. Há títulos que sempre valerão mais que mil palavras para mim. É o primeiro gênero que foco quando piso numa locadora. Comédias são passíveis de clichês; Ação também; Suspenses, então, raramente são, assim uma Brastemp, se é que me entendem.

_ Tá, problema seu se você gosta de ficção! O que tem a ver o título acima?

Sim, sim, já ia me esquecendo: o título acima diz respeito a uma série antiga da HBO; tempos bons em que tínhamos Directv em casa, com direito a todos os canais exclusivos deles, mais os canais HBO e os canais de "besteirinhas" que ocasionalmente eu sintonizava surrupiando a senha do sistema. Nessa série, fazia-se uma abordagem do gênero sci-fi parecida com a de Quinta dimensão (Twilight zone): pegava-se uma determinada faceta de um tema para este ser abordado um tanto quanto brevemente num episódio de vinte minutos, se não me engano. Não tive oportunidade de ver muitos episódios, mas um me chama a atenção até hoje:


Nesse episódio, o sujeito é prisioneiro de sua própria cama: sua vida é uma incerteza absoluta que só asumenta a cada vez que ele se deita para dormir. Todo dia ele levanta, se arruma para o trabalho, tenta tocar sua vida tentando acreditar que aquilo é a realidade, não um sonho. Esforçando-se para se encaixar na sua própria vida (ou em seu sonho), tudo vem abaixo toda vez que a noite chega e a hora de dormir vem junto: ele acorda numa realidade diferente, tenta se adaptar a essa realidade, mas quando menos percebe, por vezes um clarão em si se irrompe e ele acorda. Mas ele acorda do quê? De mais um sonho ou de sua realidade? Percebem o brilhante e assustador pesadelo em que o cara se encontra? O cara vive como se a realidade não existisse para ele; como se sua vida não fosse a sua vida, fosse um tour por várias outros sonhos profusos no que ele sequer tem certeza de ser sua vida. Posso estar me confundindo, mas o episódio assim termina: chega uma hora em que o desespero é mais forte e o sujeito tenta se matar para dar um fim ao interminável pesadelo que se mostra ser sua vida. Feliz por finalmente poder alcançar a verdade de sua existência, o tiro fatal só serve para ele acordar novamente. Ou seja: é como se a vida dele fosse sua própria prisão. Morrer virou um privilégio inalcançável para ele! Quer dizer, poderia se considerar um privilégio se ele ao menos tivesse a certeza de existir. Viver com a paranóia de se pensar que sua própria vida é apenas fruto de sua imaginação é, realmente, uma perversão da ciência única.


Cara, amei essa série de primeira. Que ódio me dá da HBO de se vangloriar dessa arrogante exclusividade. Todos os filmes legais só chegam a ti se pagar a mais por isso. Isso sem mencionar os horários incoerentes às quais te submetem. Porcos! A apresentação era um show à parte; nada do que se desenrolava nela era o que parecia: quando menos se percebia, um satélite era uma mera fração de poeira cósmica circulando ao fundo da retina de olhos pretos de um ser infinitesimalmente pequeno perdido nas costas de um ácaro no tapete de sua sala, por exemplo. Sim, a série era realmente animal!

Mais recentemente, houve uma série da Warner em que, como em vários outros gêneros, a empresa fracassa retumbantemente em emular com sucesso essa fórmula. Chegou a passar no Sbt. Era Night visions. Em vez de se desenvolver como um conciso conto de ficção científica, a série descambou pro terror barato e roteiro insosso. Sim, mais um fracasso oriundo da pretensiosa filosofia da Warner.

Ah, esse episódio de Perversões da ciência me fez lembrar de outro episódio bem legal de Quinta dimensão, que só não postarei por estar com a memória hesitante. Portanto, terminarei o post com um diálogo crássico d'um übertosco episódio de ficção científica do Chapolin:


_ Quanto tempo acha que levaremos pra chegar em Júpiter?
_ Segundo nossos cálculos, levaremos uns 30 meses, Chapolin!
_ É mesmo? Conheço um atalho por onde chegaremos duas horas antes.

Ode à morte

Fiquei de postar sobre essa constatação minha há tempos, então, agora que lembrei, postarei, como diria o mala do Galvão Bueno, eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem definitivo! A morte é tema da qual todos fogem como vampiro -- e o encardido, como diria minha tia, também -- foge da cruz. Mas parece que os executivos das companhias de Tv de hoje em dia pensam diferente. Deve ter muito pós-adolescente, com passado de atração por temas e acessórios góticos, por trás desses ternos, ganhando cargo nessas emissoras, vá saber. Para exemplificar isso, listarei os programas da Tv a cabo que têm como alicerce a sinistra tarefa do ceifador:

_ Canal da Warner: Dead last (cancelada) e Six feet under
_ Fox: Tru Calling, Angel, Buffy
_ Sony: Dead like me, CSI, CSI Miami
_ Cartoon network (sim, eles também): As terríveis aventuras de Billy e Mandy
_ Discovery channel: Arquivos do Fbi

Aqui no Brasil, abordar a morte sempre foi algo, assim, amplamente deificador ao de cujus, por assim dizer. Por mais desprezível e canalha que tenha sido o falecido, é como se a mídia somente se lembrasse dos prós do indivíduo. Com políticos, é quase como se fosse uma ordenação pagã, não-oficial para santo, padre, transbordado nos comentários sensacionalistas que denotam "Nossa, porque ele? Justamente um dos poucos políticos honestos de nosso país", mas que, na verdade, fazendo um favor ao bom-senso, deveriam conotar "Sim, minha gente, ele morreu! Fez boas ações, foi um bom homem em certos aspectos. Para auto-promoção e troca de favores entre colegas, mas foi. Isso sem mencionar seu envolvimento com..." Como se observa, é mais coerente ganhar tempo com um fato definitivo e de várias abordagens e flashbacks como a morte de alguém do que simplesmente escarafunchar o passado do falecido. Primeiro, devassa-se o emocional das massas. Depois, devassa-se os desvios cometidos pelo de cujus em vida.

E só falei de políticos, por enquanto. Mencionemos exemplo mais recente, o de Senna: faltam ainda alguns dias para se fazerem dez anos de seu acidente em San Marino, mas já se ganha tempo com a morte do coitado desde ano passado, com as fajutas gravações exclusivas do Roberto Cabrini, os especiais meia-boca do Jornal nacional e o Festival de música promovido este ano pela TIM, por exemplo. E ainda colocarão muita lenha na fogueira com isso...



Mas você citou opções de programas macabros apenas da Tv a cabo. Se esqueceu das produções brasileiras? Não, não me esqueci. E seguirei citando algumas que me lembro agora:

_ Grobo: Incidente em Antares (minissérie)

Hmmm, só me lembrei desse. Ah, já chega de falar disso. Tô começando a ficar mórbido e pararei por aqui! Cabô!!!

Números de página

Há uma coisa que, há um certo tempo, descobri que não simpatizo de vez nos livros: os números de página! Vocês não acham que números de página são uma forma desnecessária de quantificar uma obra? Você está lá, lendo, tentando absorver o que aquela profusão de letras quer te transmitir, quando, mais cedo ou mais tarde, sua visão periférica denuncia: estás na página xis! Aí você pensa com seus botões: "Putz, ainda estou aqui!", "Putz, já cheguei até aqui?". Número de páginas, pensando assim, acabam com boa parte do clima de uma história, pois eles te dão uma noção do quanto ainda falta para terminar de ler. As livrarias deveriam nos dar a opção de comprar um livro com ou sem número de páginas. Como quando vamos ao supermercado: você pode optar por uma bebida comum ou uma bebida light. Você não é obrigado a ingerir todos os elementos da bebida que engordam; ingere o que quiser. Quando lemos uma história, ninguém quer saber o que personagem fulano disse a tal ponto da história (só críticos literários, talvez), simplesmente porque números de página são uma quantificação irregular (e desnecessária, a meu ver) volúvel e passível de manipulação por causa de formatações afins. Abordando o quesito de ser necessário ter-se uma orientação na ausência de marcadores de página, isso torna-se besteira quando constatamos que a maioria dos livros impressos atualmente já vêm com marcadors embutidos em suas capas e contracapas.

Pensando de maneira menos radical, não precisaríamos abolir de vez os números de página para obtermos uma uniformidade inparcial na leitura: bastaria que houvesse um intervalo entre a numeração: as páginas poderiam ser numeradas apenas de cinco em cinco, ou de dez em dez (preferiria esta em particular), de quinze em quinze ou mesmo de vinte em vinte. Podem até achar insanidade o que proponho, mas admitam que é uma idéia, no mínimo prática: seria fazer um favor inconsciente à sua paciência e à sua concentração privar sua memória de elemento, por vezes discriminador, que assim se mostra os números de página. "Livro de fulano é mais interessante por ter mais páginas que livro de beltrano". Afirmações assim não fariam mais sentido. Devo acrescentar que, para esse caso, deveria se pensar no detalhe de, caso a proposta de páginas numeradas em intervalos iguais seja posta em prática, tomar-se o cuidado de não se numerar as últimas páginas para se dificultar a noção de quantas páginas a obra possui. Muitas tarefas colossais foram realizadas -- ou somente assim podem ser realizadas -- se feitas na completa ignorância de quanto tempo, por exemplo, dispendiaremos para concluí-las. Seria incoerente dizer a uma criança quanto tempo seria necessário para que ela aprenda a ler, por exemplo. Ela provavelmente desistiria no meio do caminho.

sábado, 3 de abril de 2004

Sonhei. Imagens diversas. Coisas boas se vendo livres das grades do bom-senso, circulando por uma mente em descanso. Mais uma vez, a L. (do Ice) aparece. Blusa vermelha. Mas tudo é tão bom, tão diferente: eu passo ocasionalmente pelo corredor do bloco onde ela estuda, troco umas idéias e assisto a aula com ela sentado bem ao fundo. O estranho era o batom que ela estava usando no momento, mas uma vez livre do bom-senso, não há porque se preocupar com isso. Foi tão bom; as coisas não aconteciam, fluiam como em todo sonho bom. Quando menos percebo, estamos num campus arborizado, à noite, vendo um show de uns ridículos da turma dela, talvez. Encontro alguns conhecidos, o barulho era grande. Ah...

quinta-feira, 1 de abril de 2004

Seres esquisitos do cotidiano

_ Menina do peito cabeludo. É sério: ontem estava na fila do pão, aéreo, quando do nada meus olhos perdidos encontram um decote azul bebê cobrindo um busto pelancudo. Esquisito, pra dizer o mínimo.

_ Menina king-kong. Uma dica: fique longe de meninas assim. Um carrapato pode, do nada, saltar dos cabeludos braços desses espécimes.

_ Tiozões com pêlos na orelha: esses nem com desentupidor de pia!

_ Meninas de cabelos castanhos e protuberantes mechas brancas, normalmente atravessando a cabeça inteira, descendentes de uma rara condição genética d'uma família daqui da cidade. Não são esquisitas, apenas peculiares. :P

_ Garotos Geração Rodriguinho: aqueles que se dão ao trabalho de comprarem um boné e recortarem a parte superior do mesmo, sobrando apenas a aba e uma "coroa" ao redor da cabeça. Enfim, gente que anda assistindo demais do Domingo chato. Talvez a parte recortada seja pra bater um ventinho, "prasidéia" circular melhor naquelas cabecinhas vazias...

_ Pessoas idosas em locais públicos: gente que, por causa da avançada idade em que se encontram, acreditam na hipocrisia de não "deverem nada a ninguém". Gente do tipo que enche o saco nas aulas de francês ou na fila do banco, por exemplo.

_ Góticos, punk-rockers e "estagiários de funerária" em geral: quando descobrirem a graça de se usarem tons pretos e ostentarem símbolos macabros, me avisem. Ah, mais uma coisa: por causa deles, encontrar um All-star preto nas lojas deve ser missão impossível. É como se fosse parte do uniforme deles... na verdade, parte do uniforme deles são aquelas camisas de camelô de bandas diversas. Uma questão de imagem: "Olha como sou legal; uso uma camisa do Nirvana, odeio aquele barulho reciclado chamado grunge, mas uso nesse calor de Cuiabá assim mesmo porque eu sou legal, eu tenho atitude, tá ligado? Eu posso mudar o mundo, sabia?" Pra pior?... :P


Não reparem nos furos desse post: eu o perdi ontem e estou tentando tapar os buracos com o que lembro. Pelo menos não se perdeu tudo...