domingo, 28 de dezembro de 2003

Figuras bizarras da Tv aberta:

_ José Nêumane Pinto: "direto ao assunto"

_ Ana Paula Padrão: estagiária casada com o chefe, de cabelo de cuíca, dona de criar bordões em seu jornal, e péssima com câmeras. Suas trocas de câmera são discretíssimas; reparem como ela sempre dá um olhar pouco fugaz antes de ser focalizada por outra câmera.***

_ Cid Moreira: aspirante a narrador de filme B do Zé do Caixão. Provavelmente aspirante a pastor renegado pela Universal. Não pegaria bem o Bispo admitir um pastor que trabalhava pra concorrente...

_ Otário Mesquita: um dos vários Aspones contratados pela Bund nos últimos anos. Mendigo de plantão para campanhas tipo Teleton, como Bund Vida, e espantalho para notívagos de segunda a sexta. E pensar que ele começara na Tv acordando o povo com uma corneta...

_ Fabiano Agusto: esse é óbvio, mas tinha de constar. É o chato das Casas Bahia. Uma amostra dos mutantes que os programas da Rede Cultura produzem. Vide aquela gororoba chamada de Ilha Rá-tim-bum! Aquilo chega a ser uma ofensa pra quem assistia ao Castelo na infância, como eu.

_ Marcos Mion: o visual do cara já denota bizarrice até a tampa. Mas não pára por aí: com uma fórmula que ele julgava eterna, ele angariou certo sucesso na Mtv com um programa que fazia críticas ácidas a clips mal-acabados de bandas em geral, o Piores clipes do mundo. Mas ele não se limitava aos clips: através deles, ele destrinchava toda uma trama de modismos de gerações passadas, e se aproveitava disso para suas piadinhas infames. Sua arrogância aumentou geometricamente com sua popularidade, e resolveu zarpar para a Bund, onde se tornou mais um Aspone da emissora, virando enviado para cobertura de réveillons, carnavais, concursos Miss Brasil e outras coisas que ninguém assiste.

_ Boris Casoy: eterno Cover da Dona Benta, está dando crias na emissora do Bispo há um bom tempo: vide Salete Ramos, Paulo Henrique Amorim e suas proeminentes olheiras, José Luis Datena, Wagner Montes... ops, esse aí é outra figura bizarra que tem todo um histórico no Show de calouros; não é uma mera cria da Dona Benta; devia ter escrito um item só sobre ele, mas cansei de postar sobre esses esquisitões. Fica isso mesmo...



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*** Para que tenham uma noção da precariedade da moça como profissional, permitam-me relatar aqui um incidente que cá postei em Março:



Mar 03



Gafes memoráveis da cobertura da Grobo sobre a Guerra no Iraque:

_ Enquanto um embaixador dava uma entrevista por telefone a Willia Waacuo, a caneta da Ana Paula começa a falhar. Ela sacode insistentemente a caneta no ar...

_ Havia visto na BundNews horas antes uma notícia da emissora sobre como os meios de comunicação iraquianos estavam reagindo horas antes da primeira bomba atingir Bagdá. A única emissora estatal de lá estava mostrando 24 horas de vídeos idolatrando o ditador deles. Pessoas alegres comemorando nas ruas, o ditador imponente nas suas várias imagens espalhadas pelo país, jovens bonitos... Numa das gravações aparece um jovem cantor "assassinando" os ouvidos da galerinha do Oriente, entoando uma música.

Pois bem, a Grobo conseguiu essas imagens e transmitiu durante o plantão ao vivo. Só que não conseguiram o áudio. Resultado: quando o carinha supracitado aparece cantando nas gravações sem áudio, saca só a pérola da Ana Paula Patrão na hora: "aqui aparece um 'ministro', dizendo que... que 'vão continuar no ar, que são um povo forte e que vencerão essa guerra.'"

Juro pelo meu mindinho que ela teve essa cara-de-pau gente... quase caí da cama de tanto rir da precariedade do departamento de jornalismo da Grobo!...




Vale constar aqui também algumas cenas marcantes: como aquela em que alguns políticos iraquianos estão reunidos e as cortinas balançam eventualmente devido ao impacto das bombas! Ou mesmo aquela em que se filma o céu iraquiano no infravermelho, e os distantes projéteis de destruição que parecem inocentes fogos de artifício! Um ataque furioso onde cerca de 50, 100 bombas devem ter sido disparadas simultaneamente!

sábado, 27 de dezembro de 2003

Discorrentiae de brevitate vitae (como diria Edgard):



De nada adianta ir contra o fluxo, ou negá-lo. É estranhíssimo como pouca gente aceita isso. Tenho medo de que quando algum parente próximo morrer, e teria de ser realmente próximo para eu me importar o mínimo, tenho medo de não ter reação alguma, ou talvez pedir para a criatura que me disser para falar mais depressa, afinal tenho mais o que fazer. Prepara-se para o enterro, enterra-se e fim.

Edgard Bikelis



Escreveu Borges que os bichos são imortais, pois não sabem que morrerão. Eu acrescentaria que nós, humanos, também somos imortais, pois não acreditamos em nossa morte, embora a reconheçamos racionalmente. A morte de uma pessoa próxima, de fato, não nos deixa impassíveis - mas há diferentes tipos de reações possíveis, sendo a mais idiota a da pessoa que fica surpresa. "Morreu tão jovem!" Até recém-nascidos morrem. "Era tão bonito(a)!" Só os feios morrem? Outro ponto é a diferença entre sentir e externar seus sentimentos. Alguns têm maior necessidade de externá-los, outros podem simplesmente não ter essa necessidade. Então, ainda que a pessoa seja intensamente afetada pela morte, ela pode parecer "impassível" a todos os demais. Assim aconteceu comigo.

João Ricardo



Quanto a teres medo de se mostrar sem reação, aparentemente indiferente à morte de alguém, um dia verás, como eu vi esse ano, que é ingenuidade pensarmos que nos portaremos incólumes, nos apoiando nos pilares dos vários preceitos da vida por nós absorvidos. Nossa fraqueza perante a um semelhante que sucumbiu a suas limitadas condições físicas é legítima; vivência e cultura algumas a contrariam. A menos que sejas um psicopata desprovido de sentir compaixão, ou um profissional numa área qualquer, já banalizado com as decisões do Ceifador... mas se ainda souberes sentir, e não apenas raciocinar, isso é uma verdade incontestável.

Sersup



Qualquer discordância quanto à publicação de tais opiniões, favor manifestarem-se nos Comentários. Esse post tem mera intenção de realizar um paralelo entre diferentes pontos-de-vista sobre um assunto que cá comentara...

sexta-feira, 26 de dezembro de 2003

"Temos que nos unir para vencer essa luta que vai nos consumindo aos poucos"

Amigo do irmão, comentando no mIrc sobre o 3ão que ambos encararão ano que vem. Sim, são um bando de vagabundos!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2003

As margaridas do mal

Malvados!...



O dilema do saber

A inteligência me intriga: pode-se ter grande domínio sobre certa área do conhecimento e ter paupérrimo domínio sobre outras áreas julgadas triviais para outros. Vivemos em tempos em que o valor de um conhecimento está atrelado a seu valor econômico na sociedade. Apesar de muitas pessoas me considerarem um sujeito de cultura, tenho motivos para me considerar burro: não leio nem um terço do que gostaria, fujo de qualquer texto que envolva noções de física, biologia e química, e estremeço ao perceber como é difícil perceber a utilidade de certos ramos do conhecimento por mim retido em tantos anos. A inteligência é um dilema para mim, pois há a questão da qualidade do saber: não é o quanto lemos, mas o que lemos. Quem lê Dostoievski, por exemplo, terá um amadurecimento intelectual muito maior do que quem se dedica a ler quilos e quilos de literaturas alternativas como romances eróticos de banca de jornal, textos técnicos, zines intelectualóides, entre outros tipos de texto de caráter vazio? A pergunta é retórica, mas até que ponto?
Há também a questão de como usar o saber: muitas grandes mentes são incapazes de reproduzir com eficácia sua ampla sapiência! Incapazes de buscar um acesso mais fácil ao compartilhamento e à prática de sua cultura. Talvez o que importe não é a quantidade de conhecimento adquirido, mas sim adquirí-lo de forma inteligente: adquirí-lo de forma a poder utilizá-lo para melhor compreensão de futuros conhecimentos, e adquirí-lo sempre pensando não somente e, por vezes de forma egoísta, em sua aplicação na prática, mas sim como o conhecimento pode acrescentar à teoria, para melhor se aplicar à prática e evitar-se erros triviais, talvez. Já que mer não é de meus hobbies, tento sempre aprender as coisas sob esse prisma. Quanto mais utilizarmos o conhecimento de forma funcional, mais acredito ser possível deduzirmos coisas que ainda não conhecemos. O conhecimento pelo conhecimento, constituindo um intelectusliamo balofo, é algo que poderíamos considerar cultural inútil? Toda cultura precisa ser útil? Cara, o saber me assusta às vezes, mas quando gosto do que quero saber, já me dou por consolado. Pra piorar a abrangência do saber, neste século várias mídias surgiram, produzindo assim o saber sob várias facetas. Os conceitos de saber estão dando reviravoltas...



Ao som de música incidental dos Cavaleiros que citara ontem, ao final do post! Aliás, que citara errado! Não é exatamente o que estava procurando...

sábado, 20 de dezembro de 2003

Hoje teve sorteio da Megasena. Tal fato me fez pensar numa coisa que só deve ocorrer nessa terra de contradições infames chamada Brasil: o governo proíbe jogos de azar de qualquer espécie, proíbe abertura de cassinos e de caça-níqueis diversos, mas quando é o próprio governo quem organiza o jogo de azar, ninguém fala nada! E programas científicos e pessoas que se voluntariam para as pesquisas de laboratórios que não recebem um centavo de patrocínio do governo, que prefere gastar com um programa espacial sem investimento próprio para pesquisa, que precisou matar dezenas de engenheiros para espirrar na nossa cara nossa indiferença quanto a nossas ambições científicas? Para não alongarmo-nos demais, tentarei citar brevemente várias outras contradições:

_ Prisão especial: quanto mais roubares, mais terás mordomias lá dentro;

_ Vestibulares: "pra quê fornecer educação gratuita e de qualidade a nosso povo?", indaga-se o governante. Emburreçamo-los! "Pra quê dar educação superior ao povo? Pra terem direito a prisão especial?" Eis a indiferença coronelista da política nacional!

_ Impostos: quanto mais pagares, menos terás em retorno. Como se a gente vivesse no Mundo Bizarro: parece que investimos para ter não uma melhor, mas uma pior qualidade de vida. Isso sem mencionar as dezenas de siglas que inventamos e continuaremos a inventar, que deixamos escondidas em letras miúdas nas suas contas domiciliares para garantir a caixinha do governo!

_ Burocracia: quanto mais precisares de um papel, mais te chantagearão nos corredores dos órgãos públicos! Na mentalidade de funcionário público, a propina funcionaria como uma gorjeta informal, talvez... acha que é fácil sobreviver com meu salário de funcionário fantasma e minhas quinze aposentadorias?

_ Panelinha: se minha asneira cultural é cultuada por críticos, é claro que atuarei --não nos palcos -- como sanguessuga de meu, do seu, do nosso dinheiro público! E mais: eu e meus amiguinhos da roda cultural de cultura musical de música, por exemplo, criaremos bobagens culturais cada vez mais intragáveis porque ninguém dará bola a novos talentos. É a crise, cara! Como se a cultura tivesse virado uma bolsa de valores no País: os investidores não querem riscos! Poderia prejudicar as gravadoras divulgando os gringuets e outras fórmulas batidas!...


Ops! Acabei me alongando! Essa em si já foi uma contradição!

Quanta contradição! Tsc, tsc, tsc...


Por hoje é só! Dêem-me licença que agora, após ler os novos quadrinhos dos Cavaleiros que comprei na quarta e a cá postar umas bobagens, me porei a assistir as reprises! Droga, me alonguei demais no texto e tou perdendo os Cavaleiros por causa desse textículo medíocre! Buááá... tô vazando, agora é sério! Fui!!!!

domingo, 14 de dezembro de 2003

Mensagem que recebi no e-mail

Paulo Tengan



O mal existe??

Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:

* Deus fez tudo que existe?

* Um estudante respondeu corajosamente: - "Sim, fez!"

* Deus fez tudo, mesmo?

* Sim, professor - respondeu o jovem.

* O professor replicou:

* Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mal.

* O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado uma vez mais que a Fé era um mito.

* Outro estudante levantou sua mão e disse:

* Posso lhe fazer uma pergunta, professor?

* Sem dúvida, respondeu-lhe o professor.

* O jovem ficou de pé e perguntou:

* Professor, o frio existe?

* Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?

* O rapaz respondeu:

* Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.

* E a escuridão, existe? - continuou o estudante.

* O professor respondeu:

* Mas é claro que sim.

O estudante respondeu:

* Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas varias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.

Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:

* Diga, professor, o mal existe?

* Ele respondeu:

* Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.

* Então o estudante respondeu:

* O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existe a Luz e o Calor. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz."

Relatório de Sábado

Dia cheio. Ao chegar no Palácio, depois de me meter lá nas quebradas do Sta. Rosa, vou com o L. ao mercado -- ele ainda não almoçara. Lá, papo à toa ia e vinha, me lembro d'uma pérola que ouvi da Baixinha dia desses ao telefone (fato que detalhei no post abaixo):

_ Ei, sua tia me falou que você se reúne naquela igreja esquisita perto do Cpa?
_ Ahnn? Esquisita?
_ É, uma com uns planetas...
_ Aaahh... mas aquilo não é igreja não, minha filha! Eu freqüento é aquela perto de casa, depois da sorveteria, sabe?
_ Aaahh...


Depois, passamos na casa dele, a contragosto meu. E mais a contragosto ainda, ele dirige na volta. Experiência que jamais repetirei de novo! O cara, no mínimo, deve ter se achado dublê do Velozes e furiosos. O cara rasgava curvas lambendo as calçadas, a mais de 120Km/h! Cheguei a pensar que meu fim estaria próximo:

_ Cê tá louco, caralho?
_ Relaxa, estou tendo aulas de como dirigir viaturas lá na PM!


Imagine a situação: da Ponte à Av. do Cpa a uns 130 por hora. Saldo da barbeiragem? Dos 20 minutos que demorei para ir, ele usou menos de 10 para voltar, pelo mesmo trajeto! 10 minutos recheados de fechadas, cortes pela esquerda, sinais furados... como será que o motor não fundiu? Afinal de contas, é um 1.0! É, nunca mais empresto o Chapolin a ele...

Depois da reunião, Juninho pede para eu e um povo providenciarmos ventiladores. Mais uma vez rodo meio mundo até o Sta. Rosa, invadimos a casa do I., assaltamos as vasilhas de doces e garanto meu tubo de Mentos. Colocamos os ventiladores no porta-malas e partimos, com I. e E. com Skol a tiracolo. Essa eu passei. Não bebo... bom, depois d'alguns goles, as besteiras fluem como na propaganda da bebida: descendo redondas pela laringe!



Se queres evitar ler obscendidades, pule este parágrafo do post:



_ Cara, você gosta de meter no cu?
_ Eu odeio, cara! Fico com a genitália fedendo todinha!
_ Ah, não é que eu odeie... prefiro a b***** quentinha, úmida, molhadinha...
_ Pra mim, ficar por cima cansa! É tão mais cômodo quanto elas ficam por cima...
_ Por mim... fica aí o dia inteiro, minha filha. Maravilha...
_ E o cutuca-cérebro, hein, O.?
_ Esse cara é uma desgraça! Arrumei uma pra ele e ele me cai fora!
_ Pior que isso, só apanhar do F. do Renegados, certo O.?
_ Quem?
_ Se tem uma coisa que lembro até hoje foi quando fomos pro campinho do São Nicolau e, no barzinho, o I. começa a contar sobre quando o pai dele...
_ Era meu tio!
_ ...o tio dele o levou para a Casa de massagem e o trancou no quarto com a massagista!
_ Sacanagem do velho! Tremia feito vara verde na hora. Fiquei a noite toda trancado com ela, conversando...

Nota: essa parte do post não condiz necessariamente com a filosofia de vida do blogueiro. Ele apenas se limita a registrar o que (h)ouve mundo afora!



Mais tarde, a mãe do O. me conta mais uma que o anormal aprontou vida afora! Não bastasse levar piaba do guri e bancar vacilão, ele ainda me apronta mais essa:

_ Pois é, semana passada foi a crisma dele. Só que a crisma foi feita numa paróquia que fora fundada recentemente. Era a primeira da região. Até o Bispo do Estado foi lá prestigiar. Aí o O. chega, com a mãe de toda as morais, até ao Bispo, abraçando-o, e me saindo com essa: 'E aí, Bispão? Como vai essa força?'. Como ele faz isso comigo?


Depois, pra terminar a noite deixo o L.F. em casa. Mas não sem beirar o churrasquinho nos fundos antes. Uma pena que só rolou bugresa. E música de corno. Ainda assim, o ambiente estava bem lascivo! J.A. disse que voltaria pra SP dia 4. Mas não sem antes providenciar uns esquemas. Papo furado...

quinta-feira, 4 de dezembro de 2003

Novo link pra mó d'oceis fuçarem aí em cima quando se cansarem do BR: Blog da Akirei. Leitura recomendada. E o melhor: é daqui do estado!



P.S.: É impressão minha ou Akirei é um nove inventado a partir de Erika ao contrário (Akire), mais a inicial do sobrenome dela? Interessante...

terça-feira, 2 de dezembro de 2003

SBT: a TV mais feliz do Brasil

Ontem pude perceber a que nível chegou a programação da Tv brasileira. E me refiro, como bode expiatório, ao Sbp! Saca só as vaciladas da emissora e as puxadas de orelha que a Justiça deu a cada uma: essas são as que eu lembro, mas tenho certeza de haver muitas mais!



Fato: apresentadora caduca Hebe Camargo diz em seu programa, ipsis litteris, sobre um jovem que assassinou um casal de namorados numa fazenda: "Eu vou fazer uma entrevista com você. Se me deixarem eu vou. Mas eu vou armada. Eu saio de lá e vou pra cadeia. Mas você não fica vivo."

Punição: o programa dela foi censurado ontem e passou a ser transmitido somente às 22.45, quase 01.00 em Brasília. O buraco do horário antigo fora tapado por um episódio do Chaves. Providência que aprovei veementemente.


Fato: Hebe Camargo, há uns anos atrás, mandou a Produção providenciar um bolo gigante, mas com um adicional: milhares de moscas na cobertura! E teceu a metáfora: "Estão vendo esse bolo? Ele é o nosso país! Estão vendo essas moscas? São vocês, políticos! Parasitas de nossa nação!"

Punição: desconheço. Essa eu ouvi da vó.


Fato: Gugu forjou entrevista com falsos membros da facção criminosa Pcc. Nagravação, o supostos marginais ameaçam de morte apresentadores de programas policiais como o Datena e o Marcelo Resende, entre outras ameças de seqüestro.

Punição: o programa do Cucu ficou uma semana fora do ar e perdeu vários patrocinadores.


Fato: Gugu, em seu programa, criava quadros em que artistas se roçavam em uma minúscula banheira à caça de um sabonete, crianças dançavam coreografias obscenas de grupos como É o tchan e derivados, e garotas com tops e saias minúsculas dançavam debaixo de um chuveiro, com direito à água acentuando seus "atributos", por assim dizer.

Punição: todos os quadros foram canelados pela Justiça.


Fato: programas como A praça é nossa e Domingo chato fizeram entrevistas com o ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf, em época de eleição.

Punição: a emissora ficou fora do ar por 24 horas.


Fato: o apresentador Ratinho (esse é freguês; fala por si só).

Punição: o programa só pode ser transmitido depois das 22.00.


Fato: Ratinho (como eu disse, esse é freguês), nos primórdios de seus programas, debochava de programas da Grobo que passavam no mesmo horário que os seus, mandando tocar as vinhetas dos pogramas adversários e contratando transformistas para imitarem personagens de novela. Tudo no mais chafurdado sarcasmo.

Punição: foi proibido de mencionar outras emissoras em seu programa.